A Turista Boêmia

O bom de turistar no carnaval em uma cidade capital, é que ninguém te conhece.

Uma data que te permite se aglomerar e misturar na multidão e se misturar nos anônimos.

Eu, já descansada, já com o corpo doendo de tanto ficar de bruços na cama, vejo pela janela  o tempo, que já estava anoitecendo.

Nua, abri um pouco mais a cortina, apareci para as vistas das janelas do prédio comercial logo em frente, senti a cidade me abraçando, me chamando para conhece-la, me engolindo.

Liguei o som do meu celular mais alto que pude ouvir, tomei um belo de um banho e me troquei, pois hoje queria caçar algo diferente.

Voltando pra  rua, agora com um vestido preto curto sem vergonha na altura acima dos joelhos, mais que estou acostumada, com as coxas grossas a mostra e o decote quase todo desnudo, me misturo no meio de fantasias, glitter, máscaras.

No meio das andanças, sinto um tapão na bunda, olho para trás, e nada. Continuo andando, indo atrás de cerveja,compro e continuo indo na direção do bloco. Sinto duas mãos no meu quadril, vejo duas mãos negras me agarrando e me levando em direção ao quadril dele.

Além do cheiro do perfume amadeirado gostoso, a barba rala que roça o meu rosto, ouço uma voz grossa me falando no ouvido:  gostou do tapa, né safada?  Respondo com sim, com a cabeça, e sinto o embalo.

Com ele grudado no meu corpo, vou em direção ao hotel, não estava longe, algumas quadras, saindo do meio da multidão.

No meio da escuridão, alguns comércios fechados, ele me empurra contra uma parede, perto de uma mureta com quadro de luz, me beija, segurando as minhas coxas, ajoelhando no chão, colocando a boca entre minha calcinha preta de renda, afastando, e me engolindo bem forte. Apenas sentindo, ligando o foda-se, estou sendo chupada por um negão no meio de um calçadão do centro de uma cidade desconhecida. Não via ninguém, porém estava de olhos fechados, apenas sentindo a língua dele me fodendo.

Sentia que não conseguiria levar para o lugar do abate, mesmo tremendo, consigo tirar uma camisinha que estava no meu sutiã, e entrego a ele, que me coloca no chão de novo.

Neste momento, pernas tremendo de tanto gozar, apenas sou maleada a ficar de costas, mesmo em pé,apenas ouvindo o barulho do colocar da camisinha.

Sussurrando bem malandro, que queria que eu ficasse de frente à rua, olhando para os blocos, e ele encostando na parede, concordei.

Fui indo para trás, sentindo o pau do negão duro, apenas senti ele entrando nela, gostoso, devagar, parecia que não tinha fim, as mãos dele, parecia um polvo, apertando meus seios por dentro do vestido.

Como dois gatos boêmios na noite, começamos a  gemer, ele me fodendo, colocando meus peitos para fora, deixando o pau dele todo lambuzado com o meu gozo, já não sentia mais minhas pernas, mas estava muito bom.

Não contei quantas vezes gozei, nem quantas bombadas ele deu, apenas foi o suficiente para não sentir  preocupação com nada, apenas o meu prazer que estava sendo alimentado no momento. Ele passando a mão nela, colocando o dedo na minha boca para sentir o meu gosto, eu sendo a fêmea do cara no meio da rua, numa cidade desconhecida.

Dando aquela parada, encosto na parede, ajoelho, e o vejo , tirando a camisinha, me dando para engolir a cabeça, me fodendo a garganta contra a parede, enfiando tudo até a goela.

Não demorando muito, quase já desmaiando, ele afrouxa um pouco e sinto o jato na língua, me dá tudo, me chamando de “cadela branquela”.

Como toda safada que se preze, abro a boca para mostrar a ele a quantidade de porra que ele jorrou dentro, e engulo, mostrando a satisfação.

Ele me dá um beijo, e some.

E volto a andar de bar em bar, até chegar no hotel, para descansar.

A cidade que dorme

Enquanto todos dormem, a loba volta.

Após um período de hibernação, animais ferozes saem das tocas e vão à caça. Comigo não é muito diferente.

Em meio a festas, em redes sociais, sempre observamos as pessoas fingindo sentimentos, os mais puros e sinceros votos de amor, eu só lamento por aquelas que acreditam que são especiais. A minha presa está dentro desta redoma, aquela pessoa.

Sempre temos um amigo que vira e mexe, nos socorremos em  momentos da vida, uma montanha russa, de sucesso e de fossa, são timings diferentes, humanamente compreensíveis.

Rapha, é aquele que sempre estou a espera da mensagem, do chamado, temos o mesmo arrepio no reencontro. Da última vez não foi diferente.

Tarde da noite, enquanto a noite se inicia, o breu lá fora, com água caindo, clima perfeito para uma conversa dentro do carro, para celebrar conquistas, vitórias deste intervalo sem nos ver, nos atualizando de um e do outro, isso em uma rua atrás de um condomínio do outro lado da cidade

Entre carícias e risos, embalados por um álbum recém lançado e a cada um com uma garrafa de cerveja de 600ml como se fosse uma long neck, as lembranças do passado nos embala. Eu vestida de calça legging preta, blusa básica, ele de bermuda e chinelo e regata, sou agarrada, e puxada para o lado dele, achando que seria apenas um abraço, me surpreendo com os raros beijos, marcantes que trocamos raramente, despertando assim a caçadora que habita em mim.

O lado selvagem nos torna mais prático conforme os anos, neste momento não há preliminares, apenas as portas se abrem, para nos dar espaço para o encontro dos nossos corpos ansiosos pelo toque um do outro.

Com um movimento, fico de costas para ele, já com as mãos habilidosas para me colocar de 4 apoiada no banco dianteiro. Sinto suas mãos me puxarem para perto, abaixando as calças, e me contemplando, enquanto desenrola a camisinha. Estas mesmas mãos, me agarrando pela cintura, levantando a minha blusa e tirando os meus seios pra fora, puxando os meus cabelos enquanto me penetra.

Bombadas intensas, no ritmo do som, aquela sensação gostosa de fazer algo na rua, na calada da noite, enquanto a família tradicional brasileira dorme. Como uma cadela, gozo e choro, gemendo alto, sem medo de ser pega, nesta hora nem ligo, apenas quero sentir ele dentro de mim.

Não me lembro ao certo, não conto o tempo, apenas sei, que por mim ficaria eternamente naquela posição, com ele, pois não queria saber dos problemas, apenas sentir o prazer que não sentia a muito tempo com alguém.

Cheiro de asfalto molhado, chuva caindo, meus gemidos sendo levados pelo eco, ouço ele pedindo: agacha aqui.

Paro tudo que estou fazendo, com as minhas coxas molhadas, me viro para frente dele, enquanto ele tira a camisinha, agacho, com as minhas mãos nos joelhos, o olho para cima, enquanto ele fode a minha garganta. Saudosa a sensação, enquanto ele me sufoca, perco a consciência, sinto escorrer o meu gozo quando retorno.

Após isso, cada um no silêncio, voltamos pra casa.

E nos roles da vida, apenas nos cumprimentamos, com aquela certeza que um dia iremos fazer novamente.

A Ponte

Depois de muito tempo, o telefone manda um alerta.

Era ele, E., o meu tarado favorito, altura mediana, com músculos definidos dos braços, barriguinha de cerveja, barba e cabelos loiros e olhos verdes.

Estava na rua, próxima a um antigo graneleiro, contendo 4 pavilhões, e o trem  que passava por detrás dos prédios antigos já tombados. Neste dia a região estava lotada, havia pessoas e famílias no local.

Ele estaciona a sua moto de frente ao meu carro, no estacionamento. O encontro de nossos corpos nos acende, colocando o seu pau maravilhoso pra fora.

Seu jeito exibicionista me deixa com um tesão, e a vontade de bater uma pra ele, conversando, enquanto tem uma multidão em suas costas vivendo, é muito grande.

Neste local, que passa um trem, tem uma ponte que liga uma região da cidade com  esta a qual estávamos. Uma ponte de ferro, vermelha, uma passarela na verdade. Longe da vista de todos, achamos.

Fomos para lá, subimos 4 lances de degraus, ficamos no topo desta passarela.

A vista era fantástica, prédios em volta, casas antigas ao redor, dava pra ver quem vinha de carro em uma avenida próxima e quem vinha do bairro ao lado.

Ficamos no meio da ponte, em pé, ele me encosta na grade da ponte. Como estava com roupas de caminhada, ficou mais fácil, uma blusa preta decotada e uma calça legging.

Tirando os meus seios para fora, me empurra o corpo pra fora, pra ficarem balançando no ar, abaixando as minhas calças, e o trem passa por baixo, abafando os nossos gemidos e o barulho de nossa foda.

Não deu nem tempo de pensar muito, pois estávamos num tesão danado, o local estava perigoso e ao mesmo tempo nos dando esta excitação. Logo sinto o seu pau grosso me penetrando, não dando muito tempo para pensar.

Ele me fodendo, em pé, puxando meus cabelos, meus seios balançando, eu nem ligando para quem via, apenas gemia alto e ele urrava um pouco.

A noite estava inspiradora, a lua também, o lugar estava muito perigoso ao mesmo tempo estava excitante. O perigo, a exposição nos excitam, eu sentindo cada vez mais, chegando ao meu orgasmo, molhando as minhas coxas, apertando cada vez mais o pau dele.

Ele é do tipo de homem que não aguenta por muito tempo quando estamos numa situação de exposição, pois a excitação tamanha. Ele quer ser meu homem naquela noite, me dá mais umas bombadas, ele goza gostoso dentro.

A grande excitação dele é me ver toda gozada e melada com o gozo dele quando ele tira o pau. Ele fez isso, tirou, e ficou agachado na ponte, abri um pouco as pernas, pra mostrar a porra dele me lambuzando inteira, as coxas meladas, ela toda branca com a sua porra grossa.

Me penetrando dois dedos, ele fala: você é a minha vadia, quero que todos vejam e sentem o cheiro que você é minha.

Aproveitamos que todos os vagões terminaram de passar, saímos.

Esta ponte será o meu local favorito para foder.

A divisa

Quem nunca teve um puta tesão com um contato das redes sociais?

Eu confesso, sempre tenho!

As vezes só ficamos nos nudes e nunca dão em nada. Quem nunca?

Mas houve uma madrugada que estava com um tesão maldito, e o cara também estava.

Como integrantes de um grupo fechado e restrito numa das redes sociais, começamos a conversar por inbox, daí sabe como é, madrugada, ambos solitários, conversamos muito, até rolar o clima.

Raramente vou até o lugar onde o cara mora, pois não sou assim, tenho preguiça disso. Este cara fica a 200km distante da minha cidade.

Era por volta das 01:30h decidimos nos encontrar, num posto conhecido que ficava no meio da divisa das cidades tal.

Aquele medo, o desconhecido, estava ficando muito louca.

Dou uma checada, termino um certo trabalho com a gilete no banheiro, e coloco o vestido longo preto básico e parto para a estrada.

Com o som desligado, apenas a lua como companhia da estrada quase vazia, que tinha ainda uns caminhões no caminho, sigo. GPS apenas mostrando eu a solidão para o destino.

Relembrando a conversa, criando as expectativas, de como seria pessoalmente, se era tudo isso, alimentando assim o meu desejo de ter dentro de mim, me bombando com tudo.

Quando menos esperava, cheguei no posto, entro na parte do estacionamento que combinamos, deixo o meu carro em frente a loja de conveniência, e entro, para pelo menos comprar um café.

Saio e ele está lá, parado ao lado do carro estacionado em meio aos caminhões, com calça jeans e um casaco preto, dou um sorriso e vou em direção.

Nos abraçamos, e sentimos aquele clima ainda, o tesão contido. O carro dele é uma S.U.V, abrindo a porta do passageiro, ele entra e eu entro em seguida.

Espaço interno alto e espaçoso, sinto confortável, e sento em seu colo, e começamos a nos beijar.

Uma delícia de beijo, raramente beijo, mas este estava delicioso, eu sentindo o pau dele endurecendo, ele levanta a minha saia, expondo um pouco da minha bunda, passando a mão na minha calcinha preta rendada.

Pele branca, que marca fácil, me morde no pescoço, sentindo suas mãos agarrando minhas costas e descendo novamente na bunda, me dando um tapa bem firme, forte, que chego até dar um gemido tímido.

No meio do beijo intenso, ele segura meus cabelos, e minhas mãos já começa a soltar o cinto, sentir a cueca, e tirar o pau pra fora.

Ajoelho no assoalho do carro, e começo a chupar, como ele nunca foi chupado em uma madrugada qualquer, como esta. Sou um tanto gulosa, me concentrando apenas no prazer dele.

Sensação de ser a puta, me dá um tesão do caralho, nesta hora minha calcinha já estava encharcada, eu queria ser dele naquele momento mesmo.

Me puxando novamente pelos cabelos, me aproximo, e começo a roçar a minha calcinha sobre o pênis dele, adoro cavalgar deste jeito, apenas sentindo ele duro sem penetrar.

Jogando a minha cabeça para trás, cabelos bagunçados, ele tira meus seios pra fora, para morder e beija-los.Com o meu gingado, meu rebolado, ele fica mais louco, isso sem penetrar.

Não consigo transar sem camisinha, mas neste momento foi, algo louco, suicida, mas fizemos.

A calcinha foi afastada para o lado, e sentei loucamente no pau dele.

Não contive os meus gemidos,até gritei, eu gozando feito louca no pau dele, molhando como se fosse uma cachoeira.

A sensação de estar sendo dele, escolhida dele naquela noite, no meio de um estacionamento, entre caminhões (vai saber se tinha algum caminhoneiro dentro do caminhão dormindo ou nos ouvindo), me fez gozar mais, a vadia dentro de mim pedia mais.

Jogando o meu corpo para trás, ele vê meus seios balançando, enquanto cavalgo, vantagens dos seios grandes é esta, sentir muito poderosa na hora da cavalgada.

Apertando os bicos dos meus seios, volto para o momento, o meu corpo era dele.

O beijo mais forte, sinto o pau dele inchar dentro de mim, ele joga a cabeça para trás e gozamos juntos.

Foi uma das melhores fodas imprudentes que já tive, e dentro do limite.

A Lua

Não foi do dia para noite que criei um monstro que habita em mim.

Como uma criatura noturna, não sou muito fã de lugares como quartos fechados de motéis, um sexo comportado na cama ou aquela foda planejada.

Gosto da sensação de perigo, daquele tesão que dá de ser observada, do flagrante.Não sou nada comportada. Mas tem uma coisa que me deixa no cio, é ver a lua bem cheia no alto, aquilo me ataca os instintos mais selvagens.

Aprendi a não combinar fodas, pois elas nunca dão certo, geralmente encontro os meus parceiros que adotei como fixos na surdina, aquela ligação rápida que no máximo 20 minutos já estamos ali.

Nesta última lua, não foi diferente…

Saindo de uma reunião, já escurecendo, pego minhas coisas e já mando a msg “ to com um tesão, quero dar o cú pra você, te encontro no mesmo lugar de sempre”, uma rua atrás de um condomínio fechado, com as costas para um horto florestal.

Chegamos na mesma hora, meu pau amigo acompanhado com o corpo alto, braços musculoso e forte, mãos grandes, com um rosto de bebê e cabelo loiro e comprido.

Me pega pelos cabelos, me encosta no capô do carro, dá um tapa na minha bunda, sobe a saia do vestido.

Não há beijo, isso reservo para poucos, mas ele me roça com seus dedos, colocando a calcinha preta de renda de lado, puxando meus cabelos para trás, e eu consigo ver a lua.

Lua cheia, a vejo com um suspiro, um alívio ao sentir o pau grosso me penetrando, eu contraindo a musculatura, esperando chegar o meu orgasmo. Ele sente, ficando quente e molhado, adoro encharcar a cueca e as calças dele, algo automático, ritmo frenético, perfeito até que gemo um pouco, ele afrouxa o aperto dos meus cabelos, descendo para os meus seios, colocando-os para fora, apertando e puxando os bicos pra fora, e sentindo algo mais selvagem, tirando o pau inteiro dentro de mim, e colocando no meu cu.

Ah, sensação de dor delícia,ele penetrando gostoso, aos poucos, devagar,até o talo. Depois que acostuma, vai aumentando o ritmo, forçando a minha cabeça contra o capô do carro.

Me sinto uma vadia, contendo os meus gemidos, uma mistura de dor e prazer, sentindo o seu pau inchar, até que ouço o urro de prazer, ele segurando o gozo, me comendo mais forte.

Mais um orgasmo chega, ele goza gostoso, me deixando melada, escorrendo e minhas pernas, adoro me sentir usada.

        Geralmente deixo que eles acham que me usam, mas na verdade eu os uso. Como toda loba que gosta de uma lua, ela que me alimenta esta monstra que existe em mim.

A carteira

Há noites que estamos perigosos para nós mesmos, pois algo muito sinistro nos domina.

O extinto vadio caçador surge junto a uma noite fria.

Uma das minhas vítimas estava no meio de um evento o qual fui convidada. Havia uma turma em volta da fogueira em uma praça.

Th., com T de tesão, desastrado, carente e inteligente. Características marcantes que me atraiu, junto com seu corpo magro e alto, cabelos cacheados e olhos azuis.

Ele morde a isca.

O levo próximo ao meu carro, de frente a praça. Entre uma frase e outra nos perdemos nas carícias e o esfrega esfrega de nossas partes.

Eu estava de vestido longo preto, com um cachecol preto. Disfarçadamente ele levanta a barra da frente e me masturba, ao mesmo tempo o mordo no pescoço, para abafar os gemidos.

Até que não aguento, jogo minha cabeça para trás, e caio na realidade que estávamos em público.

Entramos no carro, ele no banco do passageiro e eu no motorista. Já abrindo as calças, tira a embalagem da camisinha pra fora e o ajudo a colocar. Foi tão rápido, que ele não tirou a minha calcinha, apenas coloquei ela de lado e levantei a saia do vestido e sentei.

Estávamos pouco nos fodendo com as pessoas na praça. Ele tira meus seios pra fora, que quando cavalgava, mordidas me marcavam e espasmos sentia.

Me sentia a vadia, de um lado os carros passando na avenida e de outro lado as pessoas na praça, que não se deram conta do nosso sumiço. Esta sensação de ser vista, me motivou mais em rebolar e cavalgar gostoso, suas mãos brincando com meus seios, que balançavam na sua cara e me dava mais estímulos, fodi com vontade, como nunca fiz com outro dentro do meu carro.

Não sei por quanto tempo fizemos isso, só contei quantas vezes senti os orgasmos, foram 3, molhei o banco inteiro.

Nos afastamos, respiramos, recuperamos o fôlego, tira a camisinha,  volta para cima de mim.

Minhas pernas abertas, saia do vestido levantada, ele me deixando louca com a cabeça do pau esfregando o meu clitóris, o pau dele endurece novamente.

Nos encaixamos tão bem, um vai e vem no carro que nem percebemos que balançou muito, os vidros embaçados com a nossa respiração que eram entre os nossos gemidos. Ele para com receio de gozar dentro e o tranquilizo que não havia problema, não engravido. Voltando a me penetrar forte.

Raramente beijo alguém, mas desta vez o beijei com vontade. Sugando a língua dele pra minha boca, enquanto minhas pernas o agarrava sua cintura e seu pau grande me penetrava por inteira.

Ele desce sua boca para meus seios e me fode como um doido, deitando sua cabeça entre meus seios, sua barba me roçando, gemo mais uma vez, gozando e molhando suas calças.

Nos afastamos mais uma vez, e ele fala: você acaba comigo.

Ele não gozou, mas sentiu muito prazer. Nos despedimos e ele se foi e eu também.

Mas uma parte dele ficou comigo, a sua carteira e o celular, que caiu de seus bolsos enquanto me devorava.

Ainda espero ter mais momentos como este.

O Voyeur

Algumas garotas travam em transar em lugares públicos, outras gostam de transar no motel, outras soltam as feras só em seu território.

Eu não, gosto de dar na rua!

Na rua, sem compromisso e sem pagar nada. Aquela adrenalina que nos preenche cada vaso de nossos corpos.

Uma sensação de liberdade de mostrar para o mundo que você está sendo desejada por alguém, ou melhor, sendo fodida por alguém.

Nessa noite foi com um desconhecido, conheci em uma festa, arrastei para o carro para ter mais acesso a minha bolsa, onde sempre guardo uma camisinha.

Um pouco mais baixo que eu, bombadinho, careca, mas com uma mão pesada e muito tarado, do jeito que gosto.

Com vontade de me devorar, ele já rasga a embalagem da camisinha com os dentes, me pega pelos cabelos, já me leva para capô do carro, e me penetra.

Nem ligamos para os carros que passam, apenas observamos se não há uma viatura de polícia na direção.

Ao deitar a minha cabeça, forçada com sua mão forte e pesada contra o capô, observo um carro parado, no sentido contrário do outro lado da pista, com a luz de dentro acesa.

Sinto um certo desconforto, mas continuamos.

Sentimos um certo calafrio, e um cara sai do carro, e fica nos olhando e com as mãos nas calças, só nos observando.

E nós, libertinos, continuamos, mostrando o nosso show particular a ele.

A sensação de ser vista, a sensação de mostrar a alguém que estou sendo fodida, e alguém está curtindo este meu momento, é algo prazeroso.

Sinto esta mesma sensação quando compartilho estes contos com vocês, caros leitores.

Cada vez mais rápido e intenso, até sentimos a sensação do perigo, quando o voyeur vem à nossa direção.

Por incrível que pareça, neste momento acabamos gozando, e entramos no carro logo e vazamos.

Podemos ser libertinos, mas irresponsáveis e imprudentes jamais.

Uma Batidinha

Era apenas um dia comum, sexta-feira, 18h, trânsito infernal, aquele congestionamento gostoso, muitos pais saindo do trabalho buscando os filhos, muitos filhos indo para as faculdades, coisa do cotidiano, eu lá no meio, querendo que o sol saísse da minha cara e chegar logo na minha cama.

A fila começa a andar e dou a seta e me direciono a minha direita, vou para a pista. Trânsito fluindo normalmente, até que acontece um engavetamento, eu sou uma das últimas a bater no carro do meio. O primeiro carro, causador do engavetamento, sai em disparado. Eu com o carro desligado, penso logo sair para saber o tamanho da colisão, até que um braço sai da janela do carro da frente e indica para subir a uma rua sem movimento logo acima. Muita calma nesta hora, pensei, e ligo o carro e sigo ele.

Rua sem movimento, pois rua morta, nem sabia que tinha esta rua neste trajeto. Sol já se pondo, no inverno fica lindo, rosado e laranja as nuvens. Saio do carro e ele também. Homem de estatura comum, 5 cm maior que eu de salto, pele morena, queimado de sol, mãos quadradas, cabelos grisalhos e barba por fazer.

Não sei o que disparou neste homem, um momento de fúria, já veio gritando: Você é uma vadia desatenta, não viu a minha lanterna de freio?

Eu tensa, com medo, solto: Tenho seguro, vamos conversar, vou pegar o telefone, espera um momento.

Ele me observa eu abrir a porta do carro para pegar o celular, vai por trás de mim, e me puxa pelos cabelos, com sussurro fala: que seguro o quê, vamos resolver aqui e agora.

Neste dia em especial, estava com uma saia longa e uma blusa fácil de tirar, e por baixo, sem calcinha. Ele me segura pelos cabelos, com a porta aberta, me direciona até o capô do carro, e me levanta a saia. Nesta hora nem me preocupei com nada, pois uma mistura de pavor e tesão me invade, paraliso, e sinto o pau dele me penetrando, ele me segurando forte no quadril, fazendo até aquele barulho de corpo batendo com corpo.

Eu sentindo cada vez mais chegando no meu orgasmo, ele me fodendo como nunca sido fodida antes, ele segura a minha boca e puxa meus cabelos, sua barba arranha o meu rosto, ele muda o buraco. Meu cuzinho, entrando quase a seco, eu gozando, esquecendo a dor, me segurando, um gemido abafado por sua mão, a outra desce em direção a minha blusa, por baixo tira o meu seio direito do sutiã, me puxando os bicos, até que sinto o pau dele saindo, e gozando em minha bunda, aquela porra escorrendo na minha bunda, me dando palmadinhas na minha bunda para falar que tinha acabado, eu lá estática no capô do carro.

Após esta conversa tempestiva, fomos ver as avarias, foi apenas dois ralados nas peças plásticas de nossos carros, nada que uma cera não resolva. Não trocamos telefones, nem nomes. Foi uma das fodas inesperadas que gostei na rua.

As aparências

Temos desejos ardentes em lugares que podemos sermos pegos no flagra. Temos fetiches por alguns profissionais, no meu caso, os advogados. Advogados são os mais sexys dos profissionais, além de tarados, tem a pegada de te foder, literalmente.
Tinha um que era amigo que ficava a minha espera todas as quartas-feiras em seu escritório se localizava em um dos últimos andares de um prédio comercial e empresarial em frente ao fórum. Ele adorava uma aventura comigo, fodas em lugares públicos, principalmente ser exposto e quase ser descoberto.
Altura mediana, corpo de atleta de final de semana, pele morena, cavanhaque bem desenhado em seu rosto, voz firme, mãos quadradas, combinavam com o caimento de seu terno e sua gravata de tons grafite.
Entro na sala com as pastas para uma boa aparência de estagiária, safada. Ele me olha já me devorando com os olhos, louco para foder qualquer um, pois tinha perdido uma audiência. Se aproxima de meu corpo e me encurralando para a mesa de madeira. Papéis, pasta, materiais de escritórios vão ao chão e tira a gravata. Com uma mão truculenta, me pega pelos cabelos e me escora em sua mesa e bunda virada para ele, que com a outra desce as minhas calças, enrola a sua gravata em meu pescoço, me sufocando feito uma cadela, mas dele, com a outra mão me batendo suavemente, aumentando a intensidade e a velocidade. Vontade de gemer não faltava, mas reprimi os gemidos, a cada tesão, molhava um pouco as coxas. Uma hora a mão cansa, e vinha a cinta, ahh cinta, a cada golpe, uma puxada na gravata, entrava em êxtase. Poderia ficar por horas apanhando ou por dias, sou um pouco tolerante a dor, pois me dão prazer, apanho com gosto, apanho sorrindo.
Me puxando de volta a realidade, me pega e puxa a blusa para cima, expondo os meus seios para fora do sutiã, me direcionando à janela que dá para a rua. Eu já sem calças, só de calcinha e sapato salto alto e blusa erguida e sutiã para baixo, ele sussurra em meu ouvido: quero que todos me vejam te fodendo, daqui do alto, gostosa!
Meus seios e cara contra o vidro, dava pra ver a movimentação da rua abaixo, tesão percorrendo cada centímetro do meu corpo, segurando a vontade de gemer alto. Uma mão na minha vagina, já molhada e escorrendo, me encaixa no pau grosso e médio. A sensação de ser fodida e com o risco de sermos flagrados é muito surreal e empolgante, não demora muito para ele gozar dentro, me deixando com a sua porra dentro, escorrendo. A sensação de ser devorada por um macho em seu território e também carregar o seu cheiro é extintivamente animalesco e excitante.
Geralmente após a gozada, ele gostava da minha companhia, pedia um almoço para nós dois, me agradava com brinquedos para usar junto com ele, em especial, gostava da sensação de me ver comendo enquanto um brinquedo vibratório me estimulava sentada em sua poltrona ou sua cadeira de seu escritório. Era paga para satisfazer as vontades dele, lógico, mas me divertia também. E ele experimentava sensações de poder comigo, como por exemplo, ele adorava ser chupado e conversando assuntos sérios pelo telefone, ou quando escrevia algum documento no seu computador, surpreendente de como ele tinha o controle total de suas emoções.

Private

Há um clube mais exclusivo que o clube de donos de Ferraris. Em termos de luxo, nada é mais excitante que alguns empresários fechem negócios, juízes fechando acordos com advogados, compartilhando prazeres e mostrando que são vorazes na cama, e também fora dela.

Quando se fala de sexo, tudo que é considerado único, exclusivo, caro, é considerado de mais valor. É um mundo aonde as mulheres são convidadas a entrarem, participarem, vivenciarem, mas sabendo o seu lugar que é ela quem manda, dita e segue regras. Um mundo aonde o respeito impera, onde os frequentadores são amantes das artes, com um vocabulário rico, assuntos enriquecedores, pois afinal, a riqueza atrai riquezas.

Estou falando de clubes privates de swings, ou para quem não conhece ou não está familiarizada e está interessada, são os clubes privados de trocas de casais, aonde compartilham a intimidade, aonde o prazer é observar ou participar de uma foda bem dada, mas com total discrição, tudo que fica dentro do clube, fica, o que sai são só porras, gozos e nosso corpos. O movimento de swinggers vem da capital e se espalhando constantemente para as cidades interioranas, se você procurar, vai achar, encontrar pessoas que poderão lhe indicar.

Eu já conhecia algumas casas noturnas de trocas de casais, aonde conheci parceiros para serem encontrados fora de lá, mas esta experiência não tem comparação, é outro mundo, outro ambiente, é luxuoso, luxurioso. Fui convidada por um casal de amigos, Rômulo e Carla, ambos profissionais renomados e respeitados, sempre saindo nas colunas sociais e jornais da highsociety. Foi um casal incrível de conhecer, conviver com eles, tanto que além de clientes, viraram amigos, e foi até bom me apresentarem a esta casa, aonde só convidados entram.

Vamos falar mais do clube e como funciona. Geralmente  tem um hall de entrada aonde deixamos os nossos pertences, deixamos tudo que não é preciso para conversar, pois afinal, celulares, câmeras fotográficas e outros meios são proibidos. Assim, logo passa por uma sala, com ar intimista, com poltronas e sofás, com um bar com bebidas de excelentes qualidades e exclusivos, safras únicas e escoceses mais velhos. Não, ninguém transa nesta sala, nem passa dos limites, todos se vestem com classe, nada com vestidos curtos demais, não é por se tratar de trocas de casais que se perde o respeito. Neste mundo, você ganha não só com o seu corpo, mas também pelo intelecto, sua articulação com as palavras, suas ideias, sua sensualidade e também ganha, pois afinal, lá não é só sexo, sim encontro de prazeres e negócios, parceria pra um fim comercial, talvez. Os quartos são separados desta sala, aonde os parceiros formados na hora da conversa vão. Muitos vão para satisfazerem os desejos das mulheres, mais que os seus desejos, pois afinal, vendo a parceira feliz, é o que mais realiza.

Como o caso do casal, Rômulo e Carla, corpos perfeitos, que se encaixam como peças de quebra cabeças. Rômulo tira o paletó, e acomoda sob a cadeira, sentando e observando a nossa interação. Encosto Carla na parede próximo a cama, uma loira de altura mediana e seios médios também, para combinar com o conjunto da obra, pele clara, boca carnuda. Eu a beijo, como nunca foi beijada, pois sentia um tesão enorme por aquela mulher, com uma mão abro o zíper invisível de seu vestido azul marinho, que sai aos poucos, revelando sua lingerie nova que comprou especialmente para usar comigo. A deito na cama, de pernas abertas, com a sua boceta com um moicano lindo a me esperar que vai se revelando quando tiro a sua linda calcinha cor de vinho de renda, enquanto Rômulo assiste, e me ajuda a tirar a minha roupa. Geralmente nós mulheres aprendemos com o tempo como gostamos de sermos chupadas, e compartilhamos isso chupando outras mulheres. Ah, abro com carinho os lábios, mostrando a carne avermelhada, passo a língua em volta deixando ela contorcida na cama, coluna curvada, e Rômulo só observando a nossa interação. A língua vai para cima e para baixo, mais para baixo do que para cima, pegando a extensão completa, faço isso por algum tempo, até quando sinto que vai gozar, chupo mais forte o seu clitóris. Ah o gemido, acompanhado pelo gozo, combina muito com o som ambiente de música clássica e o cheiro amadeirado do quarto. Ela me puxa pra cima dela, nossos corpos juntos, é um esfrega esfrega de coxas, que gozamos novamente juntas, até que ajoelhamos na cama, eu atrás dela, a masturbando, ajudando a tirar o sutiã, apertando os bicos de seus seios, grandes, perfeitos para passar as mãos, seus seios que cabem nas palmas das minhas duas mãos.

Qual homem não iria ficar doido para compartilhar uma cama com uma mulher de cabelo vermelho, no caso eu, com seios grandes, gladiando-se com sua esposa, loira linda e desenhada. Rômulo não aguentou, deita na cama, com um sincronismo. Carla senta gostoso, cavalgando no pau, enquanto ela me convida para sentar no rosto de seu marido, para retribuir a gozada gostosa que dei. A sensação única do homem é domar duas mulheres, ainda mais quando duas estão em seu corpo, no seu domínio, aquilo o motiva mais endurecer a sua língua, e me penetrar feito doido com ela, meu clitóris sendo estimulado em seu queixo, uma delícia. No final, como ela com um certo tabu com o cú, ela não dá, porém fico de 4 para o Rômulo, pois afinal, sou o presente dela para ele. Sensação gostosa, ela deitada, com as pernas abertas, seu a chupando novamente, enquanto sou fodida fortemente por trás pelo seu marido. Se todas as mulheres soubessem como é bom compartilhar este momento, não haveria tantas brigas e separações.

No final, todos saem ganhando, gozando. Ao sair pela porta os segredos e experiências ficam, pois afinal, é mais prazeroso em manter segredos.