A Turista Boêmia

O bom de turistar no carnaval em uma cidade capital, é que ninguém te conhece.

Uma data que te permite se aglomerar e misturar na multidão e se misturar nos anônimos.

Eu, já descansada, já com o corpo doendo de tanto ficar de bruços na cama, vejo pela janela  o tempo, que já estava anoitecendo.

Nua, abri um pouco mais a cortina, apareci para as vistas das janelas do prédio comercial logo em frente, senti a cidade me abraçando, me chamando para conhece-la, me engolindo.

Liguei o som do meu celular mais alto que pude ouvir, tomei um belo de um banho e me troquei, pois hoje queria caçar algo diferente.

Voltando pra  rua, agora com um vestido preto curto sem vergonha na altura acima dos joelhos, mais que estou acostumada, com as coxas grossas a mostra e o decote quase todo desnudo, me misturo no meio de fantasias, glitter, máscaras.

No meio das andanças, sinto um tapão na bunda, olho para trás, e nada. Continuo andando, indo atrás de cerveja,compro e continuo indo na direção do bloco. Sinto duas mãos no meu quadril, vejo duas mãos negras me agarrando e me levando em direção ao quadril dele.

Além do cheiro do perfume amadeirado gostoso, a barba rala que roça o meu rosto, ouço uma voz grossa me falando no ouvido:  gostou do tapa, né safada?  Respondo com sim, com a cabeça, e sinto o embalo.

Com ele grudado no meu corpo, vou em direção ao hotel, não estava longe, algumas quadras, saindo do meio da multidão.

No meio da escuridão, alguns comércios fechados, ele me empurra contra uma parede, perto de uma mureta com quadro de luz, me beija, segurando as minhas coxas, ajoelhando no chão, colocando a boca entre minha calcinha preta de renda, afastando, e me engolindo bem forte. Apenas sentindo, ligando o foda-se, estou sendo chupada por um negão no meio de um calçadão do centro de uma cidade desconhecida. Não via ninguém, porém estava de olhos fechados, apenas sentindo a língua dele me fodendo.

Sentia que não conseguiria levar para o lugar do abate, mesmo tremendo, consigo tirar uma camisinha que estava no meu sutiã, e entrego a ele, que me coloca no chão de novo.

Neste momento, pernas tremendo de tanto gozar, apenas sou maleada a ficar de costas, mesmo em pé,apenas ouvindo o barulho do colocar da camisinha.

Sussurrando bem malandro, que queria que eu ficasse de frente à rua, olhando para os blocos, e ele encostando na parede, concordei.

Fui indo para trás, sentindo o pau do negão duro, apenas senti ele entrando nela, gostoso, devagar, parecia que não tinha fim, as mãos dele, parecia um polvo, apertando meus seios por dentro do vestido.

Como dois gatos boêmios na noite, começamos a  gemer, ele me fodendo, colocando meus peitos para fora, deixando o pau dele todo lambuzado com o meu gozo, já não sentia mais minhas pernas, mas estava muito bom.

Não contei quantas vezes gozei, nem quantas bombadas ele deu, apenas foi o suficiente para não sentir  preocupação com nada, apenas o meu prazer que estava sendo alimentado no momento. Ele passando a mão nela, colocando o dedo na minha boca para sentir o meu gosto, eu sendo a fêmea do cara no meio da rua, numa cidade desconhecida.

Dando aquela parada, encosto na parede, ajoelho, e o vejo , tirando a camisinha, me dando para engolir a cabeça, me fodendo a garganta contra a parede, enfiando tudo até a goela.

Não demorando muito, quase já desmaiando, ele afrouxa um pouco e sinto o jato na língua, me dá tudo, me chamando de “cadela branquela”.

Como toda safada que se preze, abro a boca para mostrar a ele a quantidade de porra que ele jorrou dentro, e engulo, mostrando a satisfação.

Ele me dá um beijo, e some.

E volto a andar de bar em bar, até chegar no hotel, para descansar.

A Janela Indiscreta

 

Mais de mil km rodados, não vejo a hora de dar um check in no hotel, tomar aquele banho, esticar e arrumar a mala, sentir a brisa da cidade nova.

Consigo reservar um quarto que fica em um hotel localizado coração do centro da cidade, uma capital populosa. Ao abrir janela, sinto o cheiro do asfalto, pessoas passando, prédios comerciais por toda parte. Olho para o quarto, cama de casal bem confortável, quarto aconchegantes, mas a janela com aquela vista, me rendeu pensamentos.

Não sou nativa, sou turista, fiquei com este pensamento.. Tudo que se passa aqui, morrerá aqui.

Portanto vesti uma roupa confortável, desci para um bar, cacei a vítima.

Não era noite, porém era quase o fim do expediente nos escritórios, convenci para irmos até o quarto, já com o meu teor etílico em alta, aproveitei e fomos em direção ao quarto, me apoiando nas paredes.

Alto, olhos azuis,cabelo  loiro e rostinho de bebê. Não era o meu comum, meu tipo de homem, porém estava ali, só para mim, e ele me queria, e eu queria apenas a experiência da janela.

Mostrei-me vulnerável, joguei o jogo dele, as paredes foram o limite do empurra empurra.

Sentindo já atacada no hall do quarto, desvencilho-me das roupas já quentes e suadas, livro-me das mãos que queriam tanto me colocar de quatro na cama e já vou para a janela.

Ainda via as luzes dos escritórios acesas, pessoas trabalhando, pessoas passando na avenida, e eu no alto, na janela, de bunda para ele.

Ouço o som da embalagem da camisinha sendo rasgada, ao mesmo tempo sincronizado, sinto o puxão no meu cabelo, ele me coloca o tronco desnudo para fora da janela, me dando tapas gostoso na bunda.

Ainda sinto meu gozo escorrendo só de lembrar , a sensação de liberdade, meus seios pra fora da janela, eu sendo devorada por um desconhecido em uma cidade desconhecida.

Não estava dando para ele, sim para mim, este meu presente para minha pessoa.

Eu em pé, escorada na janela, ele me fodendo gostoso, bombando freneticamente, eu perdida em meus pensamentos, até que ele tira tudo, e volta, me penetrando no cú.

Sinto minha cabeça indo para trás de novo, e uma mão me apertando nos seio, quase arrancando os bicos dos mamilos, enquanto sou penetrada por trás, sentindo tudo.

Os carros passando, pessoas foliando, o barulho da cidade, meu gemido bem alto, junto com os urros dele, se misturaram e se perderam.

Até agora não consigo parar de esquecer, como ele disse: Foi a minha primeira foda num hotel do centrão, gostei.

O proibido

Este aqui não é apenas só mais um conto, mas sim uma dica libertadora para casais.

Alguns homens me procuram pois sabem que amo dar o cú, não tem outra expressão que eu possa utilizar para este lugar, o caminho. Alguns são casados, outros tem namoradas, perfis de casais nas redes sociais, monitoramento. Garanto que isso não adianta, quando o casal não está em sintonia sexualmente.

Algumas pessoas sofrem com o tabu envolvido “de que alarga e com o uso excessivo poderá se tornar um buraco negro”; ou então não sabendo os limites, o conhecimento do corpo, e com isso, acabam se machucando e tendo péssima experiência.

O sexo anal é muito bom, transgressor de regras, é o máximo de confiança que o casal atinge numa relação. Não é do dia para a noite que se resolve este assunto, é com carinho.

Nós mulheres temos um certo receio, entendo, mas posso compartilhar como iniciei.

Nos meu  auge dos 16 anos, tinha medo de me machucar com o pau do meu ex, que era grande e grossa. Confesso que me assustava até com o tamanho dentro dela, imagina nele. Tentamos de tudo e nada dava certo: de quatro, em pé, era um tormento.

Até que comecei a ter um tempo meu, sozinha, colocando um dedinho no buraco, massageando, piscando entre eles, sentindo cada fissura, me acostumando. Percebi que era questão de treino. Com o tempo, comecei a perder a vergonha, e superei uma barreira, e compartilhei esta intimidade com o meu ex. Este foi o ponto chave da relação, nos abrimos completamente no nosso mundo, e ele foi explorando e me ajudando a conhecer o meu corpo.

Com bastante lubrificante, começamos a explorar, a ponta de um dedo, a um dedo inteiro, até dois. Um final de semana qualquer, decidi que seria a hora da exploração do buraco, do prazer, sentir prazer com aquilo. Isso tem que ser respeitado, pois anatomicamente, cada corpo é único, e o reto do intestino, é irregular, então não dá para chegar já de quatro, pois isso irá machucar.

Deitamos, de lado, sentimos o calor do corpo um do outro, sentimos as nossas batidas do coração, o ritmo da respiração. Com carinho, fui me aconchegando no seu colo, sentindo a cabeça penetrar nele, devagar, me acostumando com o tamanho, ficando um tempo parada. A cada fungada, carícias e puxadas de mamilos, eu o permitia penetrar mais, até que entrou tudo.

Fiquei um tempo imóvel, sentindo, uma mistura de prazer e de dor, mas não aquela dor insuportável, a dor estava na minha cabeça, achando que ia me rasgar, mas não era. Mas quando percebi, dei conta que estava já fazendo o movimento de vai e vem, sem achar ruim, estava gostoso, estava descobrindo novas formas.

Com o tempo, já começamos a explorar este buraco, com bastante lubrificante, sem dó, em quase todas as posições que dava, que nos permitíamos, sem medo, e em lugares mais inusitados.

Percebi que também, não era todos os dias, era mais como se fosse um prêmio, gratificação de que ele me fez gozar, de que ele me fez feliz com algo, que me deu prazer em ser a fêmea dele.

Enfim, espero que tenham gostado deste meu relato, de como descobri, usem e abusem dos lubrificantes, explorem sem tabus.

A cidade que dorme

Enquanto todos dormem, a loba volta.

Após um período de hibernação, animais ferozes saem das tocas e vão à caça. Comigo não é muito diferente.

Em meio a festas, em redes sociais, sempre observamos as pessoas fingindo sentimentos, os mais puros e sinceros votos de amor, eu só lamento por aquelas que acreditam que são especiais. A minha presa está dentro desta redoma, aquela pessoa.

Sempre temos um amigo que vira e mexe, nos socorremos em  momentos da vida, uma montanha russa, de sucesso e de fossa, são timings diferentes, humanamente compreensíveis.

Rapha, é aquele que sempre estou a espera da mensagem, do chamado, temos o mesmo arrepio no reencontro. Da última vez não foi diferente.

Tarde da noite, enquanto a noite se inicia, o breu lá fora, com água caindo, clima perfeito para uma conversa dentro do carro, para celebrar conquistas, vitórias deste intervalo sem nos ver, nos atualizando de um e do outro, isso em uma rua atrás de um condomínio do outro lado da cidade

Entre carícias e risos, embalados por um álbum recém lançado e a cada um com uma garrafa de cerveja de 600ml como se fosse uma long neck, as lembranças do passado nos embala. Eu vestida de calça legging preta, blusa básica, ele de bermuda e chinelo e regata, sou agarrada, e puxada para o lado dele, achando que seria apenas um abraço, me surpreendo com os raros beijos, marcantes que trocamos raramente, despertando assim a caçadora que habita em mim.

O lado selvagem nos torna mais prático conforme os anos, neste momento não há preliminares, apenas as portas se abrem, para nos dar espaço para o encontro dos nossos corpos ansiosos pelo toque um do outro.

Com um movimento, fico de costas para ele, já com as mãos habilidosas para me colocar de 4 apoiada no banco dianteiro. Sinto suas mãos me puxarem para perto, abaixando as calças, e me contemplando, enquanto desenrola a camisinha. Estas mesmas mãos, me agarrando pela cintura, levantando a minha blusa e tirando os meus seios pra fora, puxando os meus cabelos enquanto me penetra.

Bombadas intensas, no ritmo do som, aquela sensação gostosa de fazer algo na rua, na calada da noite, enquanto a família tradicional brasileira dorme. Como uma cadela, gozo e choro, gemendo alto, sem medo de ser pega, nesta hora nem ligo, apenas quero sentir ele dentro de mim.

Não me lembro ao certo, não conto o tempo, apenas sei, que por mim ficaria eternamente naquela posição, com ele, pois não queria saber dos problemas, apenas sentir o prazer que não sentia a muito tempo com alguém.

Cheiro de asfalto molhado, chuva caindo, meus gemidos sendo levados pelo eco, ouço ele pedindo: agacha aqui.

Paro tudo que estou fazendo, com as minhas coxas molhadas, me viro para frente dele, enquanto ele tira a camisinha, agacho, com as minhas mãos nos joelhos, o olho para cima, enquanto ele fode a minha garganta. Saudosa a sensação, enquanto ele me sufoca, perco a consciência, sinto escorrer o meu gozo quando retorno.

Após isso, cada um no silêncio, voltamos pra casa.

E nos roles da vida, apenas nos cumprimentamos, com aquela certeza que um dia iremos fazer novamente.

A Ponte

Depois de muito tempo, o telefone manda um alerta.

Era ele, E., o meu tarado favorito, altura mediana, com músculos definidos dos braços, barriguinha de cerveja, barba e cabelos loiros e olhos verdes.

Estava na rua, próxima a um antigo graneleiro, contendo 4 pavilhões, e o trem  que passava por detrás dos prédios antigos já tombados. Neste dia a região estava lotada, havia pessoas e famílias no local.

Ele estaciona a sua moto de frente ao meu carro, no estacionamento. O encontro de nossos corpos nos acende, colocando o seu pau maravilhoso pra fora.

Seu jeito exibicionista me deixa com um tesão, e a vontade de bater uma pra ele, conversando, enquanto tem uma multidão em suas costas vivendo, é muito grande.

Neste local, que passa um trem, tem uma ponte que liga uma região da cidade com  esta a qual estávamos. Uma ponte de ferro, vermelha, uma passarela na verdade. Longe da vista de todos, achamos.

Fomos para lá, subimos 4 lances de degraus, ficamos no topo desta passarela.

A vista era fantástica, prédios em volta, casas antigas ao redor, dava pra ver quem vinha de carro em uma avenida próxima e quem vinha do bairro ao lado.

Ficamos no meio da ponte, em pé, ele me encosta na grade da ponte. Como estava com roupas de caminhada, ficou mais fácil, uma blusa preta decotada e uma calça legging.

Tirando os meus seios para fora, me empurra o corpo pra fora, pra ficarem balançando no ar, abaixando as minhas calças, e o trem passa por baixo, abafando os nossos gemidos e o barulho de nossa foda.

Não deu nem tempo de pensar muito, pois estávamos num tesão danado, o local estava perigoso e ao mesmo tempo nos dando esta excitação. Logo sinto o seu pau grosso me penetrando, não dando muito tempo para pensar.

Ele me fodendo, em pé, puxando meus cabelos, meus seios balançando, eu nem ligando para quem via, apenas gemia alto e ele urrava um pouco.

A noite estava inspiradora, a lua também, o lugar estava muito perigoso ao mesmo tempo estava excitante. O perigo, a exposição nos excitam, eu sentindo cada vez mais, chegando ao meu orgasmo, molhando as minhas coxas, apertando cada vez mais o pau dele.

Ele é do tipo de homem que não aguenta por muito tempo quando estamos numa situação de exposição, pois a excitação tamanha. Ele quer ser meu homem naquela noite, me dá mais umas bombadas, ele goza gostoso dentro.

A grande excitação dele é me ver toda gozada e melada com o gozo dele quando ele tira o pau. Ele fez isso, tirou, e ficou agachado na ponte, abri um pouco as pernas, pra mostrar a porra dele me lambuzando inteira, as coxas meladas, ela toda branca com a sua porra grossa.

Me penetrando dois dedos, ele fala: você é a minha vadia, quero que todos vejam e sentem o cheiro que você é minha.

Aproveitamos que todos os vagões terminaram de passar, saímos.

Esta ponte será o meu local favorito para foder.

Cebolas

As vezes deixamos de lado o nosso jeito de louca e damos espaço ao nosso lado carente.

Sempre temos aquele amigo que cai como uma luva e nos supre de atenção e cuidado.

Hoje, na poltrona da minha psicanalista, lembrei dele com muita emoção.

Foi um dia agitado, estava o nervosismo a flor da pele, gerente cobrando metas impossíveis de serem atingidas num prazo curtíssimo, cabeça fritando.

Marcelo, sempre foi meu companheiro, meu ursão que recorro nos momentos de socorro.

Nesta noite apareço desconsolada, exausta, sem vontade de voltar para casa, apenas buscando refúgio.

Sento no banco alto no meio da ilha da cozinha e assisto ele separar os ingredientes para cortar e cozinhar.

Ele sempre pegava os alimentos com cuidado, não só com a comida, mas por mim.

Acompanhada com um copo de Martini, sua bebida favorita, ele ouvia os meus lamentos.

O cheiro estava bom, curiosa, fui mais para perto da bancada, e observei mais de perto como preparava e cozinhava com técnicas brutas.

Era lombo com legumes, mistura esquisita, mas o cheiro estava delicioso, que até me fez esquecer um pouco dos meus problemas. Sento na bancada de granito, só para ver mais de perto.

Eu já sem sapatos, saia longa, e blusa  agarrada ao meu corpo.

Cortando uma cebola ao meio, me impressiona a precisão e também a agilidade do corte, em rodelas, que passa numa mistura de ervas na frigideira, com manteiga, e volta para minha boca um pouco com o garfo, que lógico cai um pouco pra fora e com o jeito brusco acaba borrando mais o meu batom dos lábios.

Apagando o fogo da frigideira, o lombo no forno, ele volta o seu corpo grande na minha frente e tenta limpar o borrão vermelho.

Sim, alto, gordo, cabelo loiro, olhos sempre serenos que me acalmava. Um abraço era o meu refúgio, ele se encaixa perfeitamente entre minhas pernas e me beija, e nossas bocas se tornando uma faixa vermelha.

Meu corpo entra em ebulição, com agilidade ninja sua mão entra por baixo da saia e tira minha calcinha.

Temperando a minha carne interna, jogo meu corpo para trás, ignorando a cesta de frutas que havia derrubado.

Eu na bancada e a sua cabeça descendo para me chupar. Foi o gozo mais intenso que me lembro de ter dado.

Não se contendo também, volta e me olha com vontade, tirando o pau pra fora da bermuda, um pau médio, grosso do jeito que gosto, me puxando para perto, encaixando meu quadril no colo dele.

Me fodendo com paixão, coloca meus seios para fora, aquela cozinha estava pegando fogo de tão quente.

Enquanto ele me fodia, olhamos nos olhos, cada gemido dedicado a ele, estava eu sendo dele.

Foi intenso, o mundo parou, seu gozo foi o mais longo.

Nesta noite não fodi, fiz amor, e bem temperado.

A divisa

Quem nunca teve um puta tesão com um contato das redes sociais?

Eu confesso, sempre tenho!

As vezes só ficamos nos nudes e nunca dão em nada. Quem nunca?

Mas houve uma madrugada que estava com um tesão maldito, e o cara também estava.

Como integrantes de um grupo fechado e restrito numa das redes sociais, começamos a conversar por inbox, daí sabe como é, madrugada, ambos solitários, conversamos muito, até rolar o clima.

Raramente vou até o lugar onde o cara mora, pois não sou assim, tenho preguiça disso. Este cara fica a 200km distante da minha cidade.

Era por volta das 01:30h decidimos nos encontrar, num posto conhecido que ficava no meio da divisa das cidades tal.

Aquele medo, o desconhecido, estava ficando muito louca.

Dou uma checada, termino um certo trabalho com a gilete no banheiro, e coloco o vestido longo preto básico e parto para a estrada.

Com o som desligado, apenas a lua como companhia da estrada quase vazia, que tinha ainda uns caminhões no caminho, sigo. GPS apenas mostrando eu a solidão para o destino.

Relembrando a conversa, criando as expectativas, de como seria pessoalmente, se era tudo isso, alimentando assim o meu desejo de ter dentro de mim, me bombando com tudo.

Quando menos esperava, cheguei no posto, entro na parte do estacionamento que combinamos, deixo o meu carro em frente a loja de conveniência, e entro, para pelo menos comprar um café.

Saio e ele está lá, parado ao lado do carro estacionado em meio aos caminhões, com calça jeans e um casaco preto, dou um sorriso e vou em direção.

Nos abraçamos, e sentimos aquele clima ainda, o tesão contido. O carro dele é uma S.U.V, abrindo a porta do passageiro, ele entra e eu entro em seguida.

Espaço interno alto e espaçoso, sinto confortável, e sento em seu colo, e começamos a nos beijar.

Uma delícia de beijo, raramente beijo, mas este estava delicioso, eu sentindo o pau dele endurecendo, ele levanta a minha saia, expondo um pouco da minha bunda, passando a mão na minha calcinha preta rendada.

Pele branca, que marca fácil, me morde no pescoço, sentindo suas mãos agarrando minhas costas e descendo novamente na bunda, me dando um tapa bem firme, forte, que chego até dar um gemido tímido.

No meio do beijo intenso, ele segura meus cabelos, e minhas mãos já começa a soltar o cinto, sentir a cueca, e tirar o pau pra fora.

Ajoelho no assoalho do carro, e começo a chupar, como ele nunca foi chupado em uma madrugada qualquer, como esta. Sou um tanto gulosa, me concentrando apenas no prazer dele.

Sensação de ser a puta, me dá um tesão do caralho, nesta hora minha calcinha já estava encharcada, eu queria ser dele naquele momento mesmo.

Me puxando novamente pelos cabelos, me aproximo, e começo a roçar a minha calcinha sobre o pênis dele, adoro cavalgar deste jeito, apenas sentindo ele duro sem penetrar.

Jogando a minha cabeça para trás, cabelos bagunçados, ele tira meus seios pra fora, para morder e beija-los.Com o meu gingado, meu rebolado, ele fica mais louco, isso sem penetrar.

Não consigo transar sem camisinha, mas neste momento foi, algo louco, suicida, mas fizemos.

A calcinha foi afastada para o lado, e sentei loucamente no pau dele.

Não contive os meus gemidos,até gritei, eu gozando feito louca no pau dele, molhando como se fosse uma cachoeira.

A sensação de estar sendo dele, escolhida dele naquela noite, no meio de um estacionamento, entre caminhões (vai saber se tinha algum caminhoneiro dentro do caminhão dormindo ou nos ouvindo), me fez gozar mais, a vadia dentro de mim pedia mais.

Jogando o meu corpo para trás, ele vê meus seios balançando, enquanto cavalgo, vantagens dos seios grandes é esta, sentir muito poderosa na hora da cavalgada.

Apertando os bicos dos meus seios, volto para o momento, o meu corpo era dele.

O beijo mais forte, sinto o pau dele inchar dentro de mim, ele joga a cabeça para trás e gozamos juntos.

Foi uma das melhores fodas imprudentes que já tive, e dentro do limite.

Pará

Eu gosto muito de viajar, mesmo a trabalho, e de diferentes formas.

Mas neste dia, fui a lazer, eu com preguiça de ir à uma cidade que fica próxima, uns 50km, e também não compensava o crime de pagar o pedágio caro, fui de ônibus.

Logo no terminal, vi um cara alto, não era gordo nem magro, apenas alto, moreno claro, com uma camiseta de banda, que não é das minhas preferidas, encostado no balcão.

Na fila, havia muitas senhoras, crianças, e casais, e este cara que eu estava de olho, torci para que ele sentasse ao meu lado.

Entrei primeiro,sempre compro a passagem pensando nas últimas poltronas, no fundo, para  a minha surpresa, sim, o assento dele era ao meu lado!

Fui gentil e tentei dar um sorriso discreto, meus olhos escondidos por trás dos óculos.

Começamos a conversar durante o percurso, trajeto de 1h, seria longo, conversa com tendência ao tédio.

O silêncio chegou, e no sacolejar do ônibus, percebo a sua inquietação.

Neste dia estava vestida com uma camiseta de banda com gola cortada, mostrando um decote poderoso, e uma calça legging. Deitei no banco, propositalmente, ele acompanhou com o olhar, apertando os lábios, e sussurra em meu ouvido “se continuar, minha calça vai explodir”.

Insisti na posição, pois realmente naquele dia estava com muita vontade de provocar alguém, dei a maldita risada sacana, coloquei a minha mão direita nas coxas dele.

Sentei novamente, com a minha mão ainda na sua coxa, ele pega minha mão e me faz sentir o seu pau duro por cima de sua calça jeans..

Aperto, acaricio, faço o movimento de vai e volta.

A sensação de ser vista no ônibus, sentindo ele, nos pega numa intensidade, até que paro e vou ao banheiro.

Sincronismo de pensamento, entro no banheiro, fecho a porta e sento no vaso para pensar na vida, até que alguém bate na porta, eu abro, é ele!

Ele entra, tranca a porta, a cabine é muito pequena para nós, percebemos isso, e cedo o espaço para ele sentar no vaso.

Foi o tempo de ele colocar a camisinha que já estava em mãos, e eu sentei.

Sentei gostoso, me segurando pela cintura, colocando meus seios pra fora, mordendo o meu pescoço, abafando os meus gemidos com a outra mão.

O sacolejar do ônibus, a paisagem da rodovia, e seu mato em volta, nos embalava.

Foi a minha primeira foda em um ônibus, estava adorando a sensação de ser a vadia deste cara, que nunca mais iria ver na minha vida.

No momento não queria saber o seu nome, a sua profissão, sua idade, queria apenas gozar e satisfazer ele também, mas o mais importante: eu gozar!

Sai de mim, perdi os sentidos, foi uma das melhores sensações que tive naquela manhã, gozei gostoso, apertei o pau dele ele fez até aquele urro de aperto.

Maldita rebolada, sentada, ele goza, sentindo a camisinha pulsar dentro de mim, cheia de porra. Desmonto no colo dele, o pau amolece e a camisinha fica dentro de mim.

Recuperamos o fôlego, tirei a camisinha e joguei fora, e saímos discretamente.

 

Cheguei no meu destino, pois iria partir pra uma outra viagem.

Nunca mais o vi, não perguntei o nome, não quis saber, apenas sabia o destino final dele, seria Pará.

Casa das Máquinas

Eu sou daquelas que prefere passar os feriados reservada, e nesse ano, no carnaval, fiquei junto com a família, numa chácara.

Sabe aquela tia que é carola? Então, foi na dela que passei.

Lógico, o Padre apareceu por lá, e chegamos a trocar ideias (ótimas por sinal).

Estava eu na piscina, fugindo da bagunça da família que estavam foliando na casa que ficava logo acima, na sombra, procurando um ponto no horizonte pra fugir um pouco de mim.

Logo ele aparece na borda da piscina, para me dar um oi. Demoro um pouco para identificá-lo, quando o reconheço, e a lembrança da nossa primeira reza me veio, e respondi o oi com o sorriso bem sacana.

Não contei o tempo, percebi que o sol abaixou a intensidade da sua eficácia, e os meus tios desceram, junto com os amigos e lógico, o padre. Todos reunidos para entrar na piscina, e me aproximo na roda para conversar.

Fico próxima ao padre, eu com biquíni preto, seios apertados na parte de cima, pois são grandes e para segurá-los precisa de apertar.

Através do canto dos olhos, escondidos pelos meus óculos, percebia que ele me olhava, com aquela malícia, meus seios ali, e ele tendo que se comportar perante o grupo.

Pensei, “porque não repetir aquela foda gostosa?”.

Dou aquela saída da água, vou em direção ao banheiro ,que fica próximo à uma porta que dá para a casa das máquinas da piscina.

Ele percebe, e vai atrás, sinto isso.

As mãos que  seguram meus ombros, e ele faz o sinal de silêncio, abre a porta da casa das máquinas e me agarra contra a parede, ao fechar a porta.

Sinto o beijo tão ardente, e ele percorre as mãos no meu corpo, sinto até falta de ar só de lembrar deste momento.

Me bagunça por inteira, me calando, empurra a parte de baixo do biquíni, penetrando dois dedos em mim, abafando os meus gemidos com a palma da mão. Nossos corpos se contraem um contra o outro, fazendo tudo escondido, que é mais gostoso. Minhas mãos só acariciando por cima da bermuda , o pau rijo anuncia que está doido para me possuir.

Parando com o movimento, segura meus cabelos, me joga a cabeça para a trás e coloca os dois dedos para eu chupar, sentir o meu cheiro, o meu sabor, e me beija, sentindo o meu sabor.

Com uma certa agilidade, ele fala em meu ouvido “temos que ser rápido, vou te dar o sermão e após você sai, e eu saio depois”.

Concordei com a cabeça, ele me dá um tapa na bunda, aproveitando a parte de baixo do lado, ele penetra, mas com força, com intensidade. Colocando os meus seios pra fora, puxando os meus bicos, me seguro para não gritar, não fazer barulhos.

O som do molhado, da pélvis batendo em minha bunda ecoa nesta casa das máquinas, fico entorpecida, chegando quase lá.

Não sei quanto tempo durou, mas quase pro final, sua mão esquerda aperta a minha garganta, me sufocando, aquele arrepio do tesão me invade e chego a gozar gostoso em seu pau.

Delícia seria se ele gozasse junto ,mas não, ele segurou.

Tirando sua mão de minha garganta, me bate mais uma vez na bunda, e vai mais rápido nas bombadas.

Ele não segura por muito tempo, o gemido foi um urro, chegando a escorrer pelas minhas coxas o seu gozo.

Com cara de santa saio, e subo para ir ao quarto, e ele após, na piscina.

Adorei o sermão…

 

A pausa

As vezes queremos fugir um pouco da nossa rotina, é família, cobranças no trabalho, metas a bater no trabalho, problemas pessoais, doenças, cobranças bancárias, telefone que não para de tocar.

Temos sempre em mãos um contato com alguém, que nos proporciona momentos para fugir, uma válvula de escape, como se fosse uma droga, é viciante.

Para isso tenho sempre um alguém que me faz esquecer nem se for por alguns minutos do meu dia. Sempre tive atração por homens com braços fortes e mãos largas, quadradas, aquelas que nos desmontam com um tapa.

Ao invés de surtar, gritar no volante, as vezes ligo para o Marcos, novo contato, ele me encontra sempre no mesmo lugar, metódico, como um ortodoxo. Não é muito inteligente, não conversamos muito, ele gosta de bater e eu apanhar, uma boa troca.

Mesmo lugar de sempre, num quarto de hotel barato localizado no centro da cidade. Ele vestido de terno e gravata, trajado como pedem um bom gerente de seguros  de um banco.

O som do trânsito, dos vendedores, carros de som, o som ambiente, abafa os sons vindos do quarto. Ele senta em um dos pés da cama, na extremidade, tira o cinto de couro preto, com o olhar severo me pede para apoiar a minha barriga nas suas pernas, ficar de bunda pra cima, empinada.

Sempre bebo um pouco de água, bexiga cheia me dá mais prazer neste momento. Ele começa a tirar a minha calcinha, cheira, colocando ao lado dele, sobre a cama, para depois levar para casa.

Preparando o terreno, me afagando com carinho, começa a me bater devagar com a mão esquerda, me segurando com a mão direita os cabelos, para ver o meu rosto ao receber os golpes.

A cada intervalo de 5 tapas, vai aumentando o ritmo das palmadas, deixando-me sem fôlego, gemendo, quase gozando. Quando não sinto mais nada, anestesiada de dor, ele começa com a sua cinta preta.

Cada chibatada, um gemido de dor e prazer, chego a escorrer o xixi, que me dá mais prazer ainda, gozo só de pensar, e lembrar da sensação ao escrever, mas esta sensação de ser subjulgada, me dá uma sensação de controle do meu corpo.

Recomponho no meu momento, esqueço todos os problemas, apenas quero gozar, fica um quadro negro em minha mente, apenas me concentro no momento sexy, um cara que quer me fazer gozar só me batendo, isso é realmente compensador.

Não sei por quanto tempo isso dura, só sei que sou a sobremesa de Marcos, pois nos encontramos no horário de almoço dele, diz ele. Mas só de ele me encontrar e me bater em seus momentos, ser a única vadia dele neste momento tão prazeroso, isso me dá mais tesão.

No final, ele me pede pra deitar de bruços, ajoelhada no chão, bunda empinada, mãos próxima a cabeça, ele gosta de por o pau pra fora, ele se masturba, e goza na minha bunda, ele fica apreciando a sua porra branca e grossa escorrida na minha bunda vermelha e roxa, de seus golpes.

Nunca fui romântica, a ponto de querer flores e chocolates após o gozo.