A Janela Indiscreta

 

Mais de mil km rodados, não vejo a hora de dar um check in no hotel, tomar aquele banho, esticar e arrumar a mala, sentir a brisa da cidade nova.

Consigo reservar um quarto que fica em um hotel localizado coração do centro da cidade, uma capital populosa. Ao abrir janela, sinto o cheiro do asfalto, pessoas passando, prédios comerciais por toda parte. Olho para o quarto, cama de casal bem confortável, quarto aconchegantes, mas a janela com aquela vista, me rendeu pensamentos.

Não sou nativa, sou turista, fiquei com este pensamento.. Tudo que se passa aqui, morrerá aqui.

Portanto vesti uma roupa confortável, desci para um bar, cacei a vítima.

Não era noite, porém era quase o fim do expediente nos escritórios, convenci para irmos até o quarto, já com o meu teor etílico em alta, aproveitei e fomos em direção ao quarto, me apoiando nas paredes.

Alto, olhos azuis,cabelo  loiro e rostinho de bebê. Não era o meu comum, meu tipo de homem, porém estava ali, só para mim, e ele me queria, e eu queria apenas a experiência da janela.

Mostrei-me vulnerável, joguei o jogo dele, as paredes foram o limite do empurra empurra.

Sentindo já atacada no hall do quarto, desvencilho-me das roupas já quentes e suadas, livro-me das mãos que queriam tanto me colocar de quatro na cama e já vou para a janela.

Ainda via as luzes dos escritórios acesas, pessoas trabalhando, pessoas passando na avenida, e eu no alto, na janela, de bunda para ele.

Ouço o som da embalagem da camisinha sendo rasgada, ao mesmo tempo sincronizado, sinto o puxão no meu cabelo, ele me coloca o tronco desnudo para fora da janela, me dando tapas gostoso na bunda.

Ainda sinto meu gozo escorrendo só de lembrar , a sensação de liberdade, meus seios pra fora da janela, eu sendo devorada por um desconhecido em uma cidade desconhecida.

Não estava dando para ele, sim para mim, este meu presente para minha pessoa.

Eu em pé, escorada na janela, ele me fodendo gostoso, bombando freneticamente, eu perdida em meus pensamentos, até que ele tira tudo, e volta, me penetrando no cú.

Sinto minha cabeça indo para trás de novo, e uma mão me apertando nos seio, quase arrancando os bicos dos mamilos, enquanto sou penetrada por trás, sentindo tudo.

Os carros passando, pessoas foliando, o barulho da cidade, meu gemido bem alto, junto com os urros dele, se misturaram e se perderam.

Até agora não consigo parar de esquecer, como ele disse: Foi a minha primeira foda num hotel do centrão, gostei.

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