O proibido

Este aqui não é apenas só mais um conto, mas sim uma dica libertadora para casais.

Alguns homens me procuram pois sabem que amo dar o cú, não tem outra expressão que eu possa utilizar para este lugar, o caminho. Alguns são casados, outros tem namoradas, perfis de casais nas redes sociais, monitoramento. Garanto que isso não adianta, quando o casal não está em sintonia sexualmente.

Algumas pessoas sofrem com o tabu envolvido “de que alarga e com o uso excessivo poderá se tornar um buraco negro”; ou então não sabendo os limites, o conhecimento do corpo, e com isso, acabam se machucando e tendo péssima experiência.

O sexo anal é muito bom, transgressor de regras, é o máximo de confiança que o casal atinge numa relação. Não é do dia para a noite que se resolve este assunto, é com carinho.

Nós mulheres temos um certo receio, entendo, mas posso compartilhar como iniciei.

Nos meu  auge dos 16 anos, tinha medo de me machucar com o pau do meu ex, que era grande e grossa. Confesso que me assustava até com o tamanho dentro dela, imagina nele. Tentamos de tudo e nada dava certo: de quatro, em pé, era um tormento.

Até que comecei a ter um tempo meu, sozinha, colocando um dedinho no buraco, massageando, piscando entre eles, sentindo cada fissura, me acostumando. Percebi que era questão de treino. Com o tempo, comecei a perder a vergonha, e superei uma barreira, e compartilhei esta intimidade com o meu ex. Este foi o ponto chave da relação, nos abrimos completamente no nosso mundo, e ele foi explorando e me ajudando a conhecer o meu corpo.

Com bastante lubrificante, começamos a explorar, a ponta de um dedo, a um dedo inteiro, até dois. Um final de semana qualquer, decidi que seria a hora da exploração do buraco, do prazer, sentir prazer com aquilo. Isso tem que ser respeitado, pois anatomicamente, cada corpo é único, e o reto do intestino, é irregular, então não dá para chegar já de quatro, pois isso irá machucar.

Deitamos, de lado, sentimos o calor do corpo um do outro, sentimos as nossas batidas do coração, o ritmo da respiração. Com carinho, fui me aconchegando no seu colo, sentindo a cabeça penetrar nele, devagar, me acostumando com o tamanho, ficando um tempo parada. A cada fungada, carícias e puxadas de mamilos, eu o permitia penetrar mais, até que entrou tudo.

Fiquei um tempo imóvel, sentindo, uma mistura de prazer e de dor, mas não aquela dor insuportável, a dor estava na minha cabeça, achando que ia me rasgar, mas não era. Mas quando percebi, dei conta que estava já fazendo o movimento de vai e vem, sem achar ruim, estava gostoso, estava descobrindo novas formas.

Com o tempo, já começamos a explorar este buraco, com bastante lubrificante, sem dó, em quase todas as posições que dava, que nos permitíamos, sem medo, e em lugares mais inusitados.

Percebi que também, não era todos os dias, era mais como se fosse um prêmio, gratificação de que ele me fez gozar, de que ele me fez feliz com algo, que me deu prazer em ser a fêmea dele.

Enfim, espero que tenham gostado deste meu relato, de como descobri, usem e abusem dos lubrificantes, explorem sem tabus.

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