Pará

Eu gosto muito de viajar, mesmo a trabalho, e de diferentes formas.

Mas neste dia, fui a lazer, eu com preguiça de ir à uma cidade que fica próxima, uns 50km, e também não compensava o crime de pagar o pedágio caro, fui de ônibus.

Logo no terminal, vi um cara alto, não era gordo nem magro, apenas alto, moreno claro, com uma camiseta de banda, que não é das minhas preferidas, encostado no balcão.

Na fila, havia muitas senhoras, crianças, e casais, e este cara que eu estava de olho, torci para que ele sentasse ao meu lado.

Entrei primeiro,sempre compro a passagem pensando nas últimas poltronas, no fundo, para  a minha surpresa, sim, o assento dele era ao meu lado!

Fui gentil e tentei dar um sorriso discreto, meus olhos escondidos por trás dos óculos.

Começamos a conversar durante o percurso, trajeto de 1h, seria longo, conversa com tendência ao tédio.

O silêncio chegou, e no sacolejar do ônibus, percebo a sua inquietação.

Neste dia estava vestida com uma camiseta de banda com gola cortada, mostrando um decote poderoso, e uma calça legging. Deitei no banco, propositalmente, ele acompanhou com o olhar, apertando os lábios, e sussurra em meu ouvido “se continuar, minha calça vai explodir”.

Insisti na posição, pois realmente naquele dia estava com muita vontade de provocar alguém, dei a maldita risada sacana, coloquei a minha mão direita nas coxas dele.

Sentei novamente, com a minha mão ainda na sua coxa, ele pega minha mão e me faz sentir o seu pau duro por cima de sua calça jeans..

Aperto, acaricio, faço o movimento de vai e volta.

A sensação de ser vista no ônibus, sentindo ele, nos pega numa intensidade, até que paro e vou ao banheiro.

Sincronismo de pensamento, entro no banheiro, fecho a porta e sento no vaso para pensar na vida, até que alguém bate na porta, eu abro, é ele!

Ele entra, tranca a porta, a cabine é muito pequena para nós, percebemos isso, e cedo o espaço para ele sentar no vaso.

Foi o tempo de ele colocar a camisinha que já estava em mãos, e eu sentei.

Sentei gostoso, me segurando pela cintura, colocando meus seios pra fora, mordendo o meu pescoço, abafando os meus gemidos com a outra mão.

O sacolejar do ônibus, a paisagem da rodovia, e seu mato em volta, nos embalava.

Foi a minha primeira foda em um ônibus, estava adorando a sensação de ser a vadia deste cara, que nunca mais iria ver na minha vida.

No momento não queria saber o seu nome, a sua profissão, sua idade, queria apenas gozar e satisfazer ele também, mas o mais importante: eu gozar!

Sai de mim, perdi os sentidos, foi uma das melhores sensações que tive naquela manhã, gozei gostoso, apertei o pau dele ele fez até aquele urro de aperto.

Maldita rebolada, sentada, ele goza, sentindo a camisinha pulsar dentro de mim, cheia de porra. Desmonto no colo dele, o pau amolece e a camisinha fica dentro de mim.

Recuperamos o fôlego, tirei a camisinha e joguei fora, e saímos discretamente.

 

Cheguei no meu destino, pois iria partir pra uma outra viagem.

Nunca mais o vi, não perguntei o nome, não quis saber, apenas sabia o destino final dele, seria Pará.

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