Casa das Máquinas

Eu sou daquelas que prefere passar os feriados reservada, e nesse ano, no carnaval, fiquei junto com a família, numa chácara.

Sabe aquela tia que é carola? Então, foi na dela que passei.

Lógico, o Padre apareceu por lá, e chegamos a trocar ideias (ótimas por sinal).

Estava eu na piscina, fugindo da bagunça da família que estavam foliando na casa que ficava logo acima, na sombra, procurando um ponto no horizonte pra fugir um pouco de mim.

Logo ele aparece na borda da piscina, para me dar um oi. Demoro um pouco para identificá-lo, quando o reconheço, e a lembrança da nossa primeira reza me veio, e respondi o oi com o sorriso bem sacana.

Não contei o tempo, percebi que o sol abaixou a intensidade da sua eficácia, e os meus tios desceram, junto com os amigos e lógico, o padre. Todos reunidos para entrar na piscina, e me aproximo na roda para conversar.

Fico próxima ao padre, eu com biquíni preto, seios apertados na parte de cima, pois são grandes e para segurá-los precisa de apertar.

Através do canto dos olhos, escondidos pelos meus óculos, percebia que ele me olhava, com aquela malícia, meus seios ali, e ele tendo que se comportar perante o grupo.

Pensei, “porque não repetir aquela foda gostosa?”.

Dou aquela saída da água, vou em direção ao banheiro ,que fica próximo à uma porta que dá para a casa das máquinas da piscina.

Ele percebe, e vai atrás, sinto isso.

As mãos que  seguram meus ombros, e ele faz o sinal de silêncio, abre a porta da casa das máquinas e me agarra contra a parede, ao fechar a porta.

Sinto o beijo tão ardente, e ele percorre as mãos no meu corpo, sinto até falta de ar só de lembrar deste momento.

Me bagunça por inteira, me calando, empurra a parte de baixo do biquíni, penetrando dois dedos em mim, abafando os meus gemidos com a palma da mão. Nossos corpos se contraem um contra o outro, fazendo tudo escondido, que é mais gostoso. Minhas mãos só acariciando por cima da bermuda , o pau rijo anuncia que está doido para me possuir.

Parando com o movimento, segura meus cabelos, me joga a cabeça para a trás e coloca os dois dedos para eu chupar, sentir o meu cheiro, o meu sabor, e me beija, sentindo o meu sabor.

Com uma certa agilidade, ele fala em meu ouvido “temos que ser rápido, vou te dar o sermão e após você sai, e eu saio depois”.

Concordei com a cabeça, ele me dá um tapa na bunda, aproveitando a parte de baixo do lado, ele penetra, mas com força, com intensidade. Colocando os meus seios pra fora, puxando os meus bicos, me seguro para não gritar, não fazer barulhos.

O som do molhado, da pélvis batendo em minha bunda ecoa nesta casa das máquinas, fico entorpecida, chegando quase lá.

Não sei quanto tempo durou, mas quase pro final, sua mão esquerda aperta a minha garganta, me sufocando, aquele arrepio do tesão me invade e chego a gozar gostoso em seu pau.

Delícia seria se ele gozasse junto ,mas não, ele segurou.

Tirando sua mão de minha garganta, me bate mais uma vez na bunda, e vai mais rápido nas bombadas.

Ele não segura por muito tempo, o gemido foi um urro, chegando a escorrer pelas minhas coxas o seu gozo.

Com cara de santa saio, e subo para ir ao quarto, e ele após, na piscina.

Adorei o sermão…

 

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