A pausa

As vezes queremos fugir um pouco da nossa rotina, é família, cobranças no trabalho, metas a bater no trabalho, problemas pessoais, doenças, cobranças bancárias, telefone que não para de tocar.

Temos sempre em mãos um contato com alguém, que nos proporciona momentos para fugir, uma válvula de escape, como se fosse uma droga, é viciante.

Para isso tenho sempre um alguém que me faz esquecer nem se for por alguns minutos do meu dia. Sempre tive atração por homens com braços fortes e mãos largas, quadradas, aquelas que nos desmontam com um tapa.

Ao invés de surtar, gritar no volante, as vezes ligo para o Marcos, novo contato, ele me encontra sempre no mesmo lugar, metódico, como um ortodoxo. Não é muito inteligente, não conversamos muito, ele gosta de bater e eu apanhar, uma boa troca.

Mesmo lugar de sempre, num quarto de hotel barato localizado no centro da cidade. Ele vestido de terno e gravata, trajado como pedem um bom gerente de seguros  de um banco.

O som do trânsito, dos vendedores, carros de som, o som ambiente, abafa os sons vindos do quarto. Ele senta em um dos pés da cama, na extremidade, tira o cinto de couro preto, com o olhar severo me pede para apoiar a minha barriga nas suas pernas, ficar de bunda pra cima, empinada.

Sempre bebo um pouco de água, bexiga cheia me dá mais prazer neste momento. Ele começa a tirar a minha calcinha, cheira, colocando ao lado dele, sobre a cama, para depois levar para casa.

Preparando o terreno, me afagando com carinho, começa a me bater devagar com a mão esquerda, me segurando com a mão direita os cabelos, para ver o meu rosto ao receber os golpes.

A cada intervalo de 5 tapas, vai aumentando o ritmo das palmadas, deixando-me sem fôlego, gemendo, quase gozando. Quando não sinto mais nada, anestesiada de dor, ele começa com a sua cinta preta.

Cada chibatada, um gemido de dor e prazer, chego a escorrer o xixi, que me dá mais prazer ainda, gozo só de pensar, e lembrar da sensação ao escrever, mas esta sensação de ser subjulgada, me dá uma sensação de controle do meu corpo.

Recomponho no meu momento, esqueço todos os problemas, apenas quero gozar, fica um quadro negro em minha mente, apenas me concentro no momento sexy, um cara que quer me fazer gozar só me batendo, isso é realmente compensador.

Não sei por quanto tempo isso dura, só sei que sou a sobremesa de Marcos, pois nos encontramos no horário de almoço dele, diz ele. Mas só de ele me encontrar e me bater em seus momentos, ser a única vadia dele neste momento tão prazeroso, isso me dá mais tesão.

No final, ele me pede pra deitar de bruços, ajoelhada no chão, bunda empinada, mãos próxima a cabeça, ele gosta de por o pau pra fora, ele se masturba, e goza na minha bunda, ele fica apreciando a sua porra branca e grossa escorrida na minha bunda vermelha e roxa, de seus golpes.

Nunca fui romântica, a ponto de querer flores e chocolates após o gozo.

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