A carteira

Há noites que estamos perigosos para nós mesmos, pois algo muito sinistro nos domina.

O extinto vadio caçador surge junto a uma noite fria.

Uma das minhas vítimas estava no meio de um evento o qual fui convidada. Havia uma turma em volta da fogueira em uma praça.

Th., com T de tesão, desastrado, carente e inteligente. Características marcantes que me atraiu, junto com seu corpo magro e alto, cabelos cacheados e olhos azuis.

Ele morde a isca.

O levo próximo ao meu carro, de frente a praça. Entre uma frase e outra nos perdemos nas carícias e o esfrega esfrega de nossas partes.

Eu estava de vestido longo preto, com um cachecol preto. Disfarçadamente ele levanta a barra da frente e me masturba, ao mesmo tempo o mordo no pescoço, para abafar os gemidos.

Até que não aguento, jogo minha cabeça para trás, e caio na realidade que estávamos em público.

Entramos no carro, ele no banco do passageiro e eu no motorista. Já abrindo as calças, tira a embalagem da camisinha pra fora e o ajudo a colocar. Foi tão rápido, que ele não tirou a minha calcinha, apenas coloquei ela de lado e levantei a saia do vestido e sentei.

Estávamos pouco nos fodendo com as pessoas na praça. Ele tira meus seios pra fora, que quando cavalgava, mordidas me marcavam e espasmos sentia.

Me sentia a vadia, de um lado os carros passando na avenida e de outro lado as pessoas na praça, que não se deram conta do nosso sumiço. Esta sensação de ser vista, me motivou mais em rebolar e cavalgar gostoso, suas mãos brincando com meus seios, que balançavam na sua cara e me dava mais estímulos, fodi com vontade, como nunca fiz com outro dentro do meu carro.

Não sei por quanto tempo fizemos isso, só contei quantas vezes senti os orgasmos, foram 3, molhei o banco inteiro.

Nos afastamos, respiramos, recuperamos o fôlego, tira a camisinha,  volta para cima de mim.

Minhas pernas abertas, saia do vestido levantada, ele me deixando louca com a cabeça do pau esfregando o meu clitóris, o pau dele endurece novamente.

Nos encaixamos tão bem, um vai e vem no carro que nem percebemos que balançou muito, os vidros embaçados com a nossa respiração que eram entre os nossos gemidos. Ele para com receio de gozar dentro e o tranquilizo que não havia problema, não engravido. Voltando a me penetrar forte.

Raramente beijo alguém, mas desta vez o beijei com vontade. Sugando a língua dele pra minha boca, enquanto minhas pernas o agarrava sua cintura e seu pau grande me penetrava por inteira.

Ele desce sua boca para meus seios e me fode como um doido, deitando sua cabeça entre meus seios, sua barba me roçando, gemo mais uma vez, gozando e molhando suas calças.

Nos afastamos mais uma vez, e ele fala: você acaba comigo.

Ele não gozou, mas sentiu muito prazer. Nos despedimos e ele se foi e eu também.

Mas uma parte dele ficou comigo, a sua carteira e o celular, que caiu de seus bolsos enquanto me devorava.

Ainda espero ter mais momentos como este.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s