A Reza

Algumas famílias tem tias carolas, no meu caso não seria diferente.

Estava eu indo a mais um compromisso de família, aniversário da minha tia.

Chegando vejo a turma da paróquia, o padre, os primos e as outras tias. A festa rolando, alguns contando as vantagens, as tias contando o que a filha da vizinha da beltrana conquistou e eu não, e muitos rondando o padre. Festa rolando, eu comendo, e olho que o padre me observa.

Padre jovem, beirando os 35 anos, cabelos grisalhos e óculos quadrado. Sentado numa poltrona, bebendo seu copo com whisky cowboy, pernas cruzadas, conversando com as carolas. Padres não usam batina, durante suas horas de lazer. As horas vão avançando, as fanáticas indo embora, ele se aproxima.

Me sento na poltrona ao lado, começamos a conversar sobre as teorias da bíblia, falamos sobre comportamento humano e jogadas de xadrez.

Ate que veio a pergunta: me explica a sua ausência de fé?

Respondi: ah, é duro responder esta indagação.

Rimos e ele me alerta: duro é o que está por aqui ( olho neste instante a sua região da virilha).

Dando a risada sacana, ele me fala: vamos embora, meu carro está virando a esquina, vai na frente.

Sacana vou, percebi que éramos os últimos gatos pingados da festa, e o espero.

Eu com calça colada ao corpo, calcinha rendada por baixo e uma blusa larga que esconde as minhas curvas. Sinto um tesão a cada minuto da espera.

Ele sai, disfarça, vai para o carro e eu o sigo. Entro no carro no lado do passageiro. Ele tira seu cinto de sua calça jeans, abre o zíper e abaixo para chupar. Passo a língua pela cabeça, dando aquela lambida, engolindo inteiro. Sentindo a minha língua inteira até a goela, respira fundo e tenta se concentrar para dar a partida partida, e seguimos pela cidade, enquanto ele dirige, eu me delicio do seu pau grosso. Pau abençoado, chegamos a uma rua deserta próxima a um horto florestal.

Transar em lugares públicos me desperta o lado selvagem.

Saímos do carro e me aproximo dele, sentimos aquela atração, me coloca de quatro no banco do motorista. Abaixando a minha calça, penetrando um dedo no meu cu, enquanto me fode.

Cada estocada uma gemida alta, com uma mão puxa meu cabelo, e com a outra, solta a minha bunda, e tapa minha respiração e a boca e troca o buraco. Sinto o tesão percorrendo enquanto a minha respiração é presa e seu pau grosso me come o cu.

Desmonto quando gozo gostoso, molhando tudo que tenho em volta.

Sinto escorrer em minhas coxas o nosso gozo. Ele ficou me olhando, aquela bunda escorrendo a sua porra.

Nos limpamos, e ele me levou de volta até a rua onde estacionei o meu carro.

No caminho trocamos contatos.

Adorei a nossa primeira reza.( Sim tivemos outros encontros).

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s