Rodrigo

Rodrigo não é dotado de inteligência, nem o pau era grande, não era musculoso nem ator de pornozão, mas ele tinha uma pegada com as mãos um pouquinho de sadismo. Como já revelei anteriormente tenho atração por seres exóticos, este era. Gordinho, baixinho e barbudo, parecia um lenhador alemão. Além de aparência exótica, ele também tem o mesmo gosto de transar em lugares públicos.

Saindo da academia, após um treino pesado, acabei me encontrando com ele numa rua qualquer próximo à universidade, bairro com ruas movimentadas. Entro no carro dele, ele já fareja o meu cheiro, amarrando minhas mãos para trás com braçadeiras e uma mordaça. Bem public disgrace (adoro esta tag nos xvídeos por aí), colocando meus seios para fora da blusa,  fazendo deles seu playground, puxando os mamilos para frente, apertando, puxando, eu me contendo com a dor e prazer ao mesmo tempo. Uma coisa que ele gostava de ver em mim é até quando eu aguentava, e ele percebia que a cada encontro eu ficava mais resistente as torturas dele, e isso o deixava frustrado. Mas ele gostava de fazer isso com o risco de ser pego, ou quando passava alguém, dependendo, ele continuava mostrando que tinha total poder sobre mim e sobre meu corpo, se fosse uma criança ele me ajudava a esconder, sabe como é.

Abaixando a minha legging até o joelhos, passando os dedos sobre minha calcinha e com outra mão continuando a apertar os mamilos que já estavam quase sangrando, fazendo movimentos que me deixavam com vontade de gritar, mas a baba que saia da minha boca não deixava.

Me chamando de putinha, começando a penetrar os dedos por dentro de minha calcinha, enfiando um, evoluindo para dois dedos, eu gemendo baixo e a saliva saindo, escorrendo nos seios, ele me olhando do jeito sádico, enfiando mais outro dedo, eu sem controle algum. Até que ele percebe um outra modalidade que poderia me deixar mais envergonhada em público. Deitando o banco,tirando a mordaça para eu poder respirar, abaixando a calcinha até os joelhos, voltando a penetrar 2 dedos, me vendo contorcer e jogar a cabeça pra trás, penetrando mais um, até que ele vê o espaço para mais um dedo, sendo no total 4. Ele fazendo movimento de vai e vem, eu sentindo seus dedos dentro, chego a gozar em seu banco, e ele para e tira seus dedos, me pegando com brutalidade e colocando sobre seu colo, me dando tapas, me punindo por eu ter sujado o banco do carro. Seu tapa forte, mão pesada, a cada tapa, minha pele branca ficava quase roxa, estava até cansada de ter gozado bem intenso, sinto que o seu pau pequeno estava crescendo sobre meus seios. Aproveitando que estou nesta posição, ele o tira pra fora, e me faz chupar, enquanto me bate forte. O clima fica mais gostoso, quando ele para de me bater, penetra dois dedos de novo em mim, sente ela ficando cada vez mais molhada, e com a outra mão, força minha cabeça, pra engolir inteiro.

Como gostava de um certo controle, gostava de repetir regras: Vou gozar, você engolir tudo, se derrubar uma gota, vou te bater muito, mas muito mesmo, mas não dentro do carro, mas sim no capô para todos verem que você é uma puta.

Não sei quanto tempo exatamente, não foi rápido, mas fiquei por um determinado período chupando, até doer a minha goela, até que ele goza, eu engoli tudo, boca treinada não desperdiçar nenhuma gota. Me levantando com uma puxada nos cabelos, abro a boca, mostrando a porra em minha língua, ele me dando tapinhas de satisfação. Me  veste novamente, corta as braçadeiras, e espera eu partir.

“Até outra noite”, respondo a ele, saindo do carro e indo para  o meu. Foi o nosso último encontro.

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