Private

Há um clube mais exclusivo que o clube de donos de Ferraris. Em termos de luxo, nada é mais excitante que alguns empresários fechem negócios, juízes fechando acordos com advogados, compartilhando prazeres e mostrando que são vorazes na cama, e também fora dela.

Quando se fala de sexo, tudo que é considerado único, exclusivo, caro, é considerado de mais valor. É um mundo aonde as mulheres são convidadas a entrarem, participarem, vivenciarem, mas sabendo o seu lugar que é ela quem manda, dita e segue regras. Um mundo aonde o respeito impera, onde os frequentadores são amantes das artes, com um vocabulário rico, assuntos enriquecedores, pois afinal, a riqueza atrai riquezas.

Estou falando de clubes privates de swings, ou para quem não conhece ou não está familiarizada e está interessada, são os clubes privados de trocas de casais, aonde compartilham a intimidade, aonde o prazer é observar ou participar de uma foda bem dada, mas com total discrição, tudo que fica dentro do clube, fica, o que sai são só porras, gozos e nosso corpos. O movimento de swinggers vem da capital e se espalhando constantemente para as cidades interioranas, se você procurar, vai achar, encontrar pessoas que poderão lhe indicar.

Eu já conhecia algumas casas noturnas de trocas de casais, aonde conheci parceiros para serem encontrados fora de lá, mas esta experiência não tem comparação, é outro mundo, outro ambiente, é luxuoso, luxurioso. Fui convidada por um casal de amigos, Rômulo e Carla, ambos profissionais renomados e respeitados, sempre saindo nas colunas sociais e jornais da highsociety. Foi um casal incrível de conhecer, conviver com eles, tanto que além de clientes, viraram amigos, e foi até bom me apresentarem a esta casa, aonde só convidados entram.

Vamos falar mais do clube e como funciona. Geralmente  tem um hall de entrada aonde deixamos os nossos pertences, deixamos tudo que não é preciso para conversar, pois afinal, celulares, câmeras fotográficas e outros meios são proibidos. Assim, logo passa por uma sala, com ar intimista, com poltronas e sofás, com um bar com bebidas de excelentes qualidades e exclusivos, safras únicas e escoceses mais velhos. Não, ninguém transa nesta sala, nem passa dos limites, todos se vestem com classe, nada com vestidos curtos demais, não é por se tratar de trocas de casais que se perde o respeito. Neste mundo, você ganha não só com o seu corpo, mas também pelo intelecto, sua articulação com as palavras, suas ideias, sua sensualidade e também ganha, pois afinal, lá não é só sexo, sim encontro de prazeres e negócios, parceria pra um fim comercial, talvez. Os quartos são separados desta sala, aonde os parceiros formados na hora da conversa vão. Muitos vão para satisfazerem os desejos das mulheres, mais que os seus desejos, pois afinal, vendo a parceira feliz, é o que mais realiza.

Como o caso do casal, Rômulo e Carla, corpos perfeitos, que se encaixam como peças de quebra cabeças. Rômulo tira o paletó, e acomoda sob a cadeira, sentando e observando a nossa interação. Encosto Carla na parede próximo a cama, uma loira de altura mediana e seios médios também, para combinar com o conjunto da obra, pele clara, boca carnuda. Eu a beijo, como nunca foi beijada, pois sentia um tesão enorme por aquela mulher, com uma mão abro o zíper invisível de seu vestido azul marinho, que sai aos poucos, revelando sua lingerie nova que comprou especialmente para usar comigo. A deito na cama, de pernas abertas, com a sua boceta com um moicano lindo a me esperar que vai se revelando quando tiro a sua linda calcinha cor de vinho de renda, enquanto Rômulo assiste, e me ajuda a tirar a minha roupa. Geralmente nós mulheres aprendemos com o tempo como gostamos de sermos chupadas, e compartilhamos isso chupando outras mulheres. Ah, abro com carinho os lábios, mostrando a carne avermelhada, passo a língua em volta deixando ela contorcida na cama, coluna curvada, e Rômulo só observando a nossa interação. A língua vai para cima e para baixo, mais para baixo do que para cima, pegando a extensão completa, faço isso por algum tempo, até quando sinto que vai gozar, chupo mais forte o seu clitóris. Ah o gemido, acompanhado pelo gozo, combina muito com o som ambiente de música clássica e o cheiro amadeirado do quarto. Ela me puxa pra cima dela, nossos corpos juntos, é um esfrega esfrega de coxas, que gozamos novamente juntas, até que ajoelhamos na cama, eu atrás dela, a masturbando, ajudando a tirar o sutiã, apertando os bicos de seus seios, grandes, perfeitos para passar as mãos, seus seios que cabem nas palmas das minhas duas mãos.

Qual homem não iria ficar doido para compartilhar uma cama com uma mulher de cabelo vermelho, no caso eu, com seios grandes, gladiando-se com sua esposa, loira linda e desenhada. Rômulo não aguentou, deita na cama, com um sincronismo. Carla senta gostoso, cavalgando no pau, enquanto ela me convida para sentar no rosto de seu marido, para retribuir a gozada gostosa que dei. A sensação única do homem é domar duas mulheres, ainda mais quando duas estão em seu corpo, no seu domínio, aquilo o motiva mais endurecer a sua língua, e me penetrar feito doido com ela, meu clitóris sendo estimulado em seu queixo, uma delícia. No final, como ela com um certo tabu com o cú, ela não dá, porém fico de 4 para o Rômulo, pois afinal, sou o presente dela para ele. Sensação gostosa, ela deitada, com as pernas abertas, seu a chupando novamente, enquanto sou fodida fortemente por trás pelo seu marido. Se todas as mulheres soubessem como é bom compartilhar este momento, não haveria tantas brigas e separações.

No final, todos saem ganhando, gozando. Ao sair pela porta os segredos e experiências ficam, pois afinal, é mais prazeroso em manter segredos.

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