Eduardo

Nunca me achei gostosa, a ponto de ser paga para transar.

Em meio das confusões de casa, trabalho, decidi sair para me divertir, só eu. Me vesti só para mim,  no espelho vi um potencial, vestindo roupas mais justas, lingeries que valorizam o meu bumbum e seios fartos, seios que por sinal, são grandes e mamilos pequenos e rosados, estava me devorando no espelho, com um vestido preto que me veste o corpo que dá vontade de arrancar

Sob a luz da lua cheia, já sinto ser seguida e devorada pelos olhares no estacionamento a caminho da boate. Meu corpo estava realmente no auge do cio.

Danço, como se não houvesse ninguém a minha volta, ou ao meu lado. Nem beber eu bebi, entrei em êxtase, pois esta noite só queria ser de mim mesma. Quando se aproxima um cara que me tira desta bolha, Eduardo. Dou um suspiro, observo, altura mediana, pele alva, barba por fazer, sobrancelhas grossas e cabelo preto. Não chegamos a conversar muito, porém meu corpo já respondeu ao puxão de cabelo para junto do seu corpo, sentindo a sua grossa ereção, aquele momento a bolha pertencia a só nós dois.

Na minha cabeça já criando expectativa que ele me levaria à um motel ou à sua casa, mas não, me leva para a rua, para o seu carro, um grande sedan. Ele abre a porta e me deixa ao lado, com a porta aberta. Abrindo o zíper e tirando pau pra fora, mostrando ele inteiro para eu ver o quanto ele estava afim, assim, sinto a mão percorrendo a minha coxa, rasgando a minha calcinha, separando os meus lábios, ele tentando ver a carne rosada que estava acariciando, penetrando dois dedos, me fazendo gozar. A outra mão me puxa pela nuca, me dá um beijo, e coloca os dois dedos que estava dentro de mim na minha boca, me fazendo uma simulação de um boquete, faço e com gosto, logo em seguida me coloca pra chupar.

A chupada

Mas chupo, não como um sorvete ou um pirulito, mas sim como um caralho precisa e merece ser chupado: Lábios para dentro, protegendo os dentes, língua acolhendo a cabeça e movimentos de vai e vem com a cabeça mesmo, sem auxílio das mãos, sentindo a cabeça indo até a goela, ele ouvindo o gua gua gua da garganta e seu pau pulsando de tesão. Ele fala: caralho, senta aqui, que eu quero te comer.

A sentada..

Ajudo a colocar a camisinha, sento gostoso no seu pau, ele e suas mãos habilidosas já tiram pra fora os meus seios fartos. Sincronia perfeita, eu cavalgando, ele mordendo meu mamilo do seio esquerdo, eu apertando todos os músculos do meu quadril. Loucura, sentindo a barba roçar na minha pele, seus dentes mordendo meu mamilo, até que ele joga a cabeça dele para trás e goza e geme alto.

Fui, sentei, gozei, saí do carro, e quando dou as costas, ele me chama, retorno na janela, ele me dá  um rolinho de dinheiro, cinco notas de R$100, pois é, vali aquela noite R$500, eu nem esperava por isso.

Foi uma das melhores fodas que já tive dentro de um carro.

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